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Êta coisa complicada!
 

O barato sai caro

Só pra espantar a deprê e voltar às boas e velhas risadas, vou contar minha façanha ao comprar um travesseiro de látex. Já tinha dormido num e achei o material ótimo, o travesseiro era super fofinho e daí resolvi comprar pra mim.

Vi a propaganda, num encarte de jornal, de uma loja popular, aqui em São Paulo, que vendia o tal travesseiro de látex bem mais barato do que em outros lugares. Não tive dúvida: chamei minha mãe, companheira também de aventuras e desventuras e fomos pra lá; queria o palpite dela pra poder fazer uma compra segura!

Experimentei o travesseiro na loja, deitei num colchão no meio dos clientes, pedi pra experimentar o de marca mais cara, enfim, fiz o “test drive” do travesseiro e comprei o mais barato; não lembro exatamente, mas o mais caro era R$ 180,00 e o mais barato, escolhido por mim, R$ 69,90. E a vendedora me garantiu que era tudo igual, o material era o mesmo, a única diferença é que o mais caro era importado da Itália e daí o preço alto. Como sou “econômica e esperta”, claro que optei pelo nacional, afinal temos que prestigiar o produto do nosso país...

Não passou muito tempo, o travesseiro, que em princípio parecia fofinho, foi ficando duro, muito compacto e, pior, soltando um cheiro de borracha! Acho que o calor da minha cabecinha cozinhava o produto! Meu marido foi reclamando do cheiro do travesseiro, pedia pra colocar longe dele, até que um dia, ao chegar no quarto, vi o tal travesseiro jogado no chão, bem longe de onde ele dorme: “Assim não dá, tira essa coisa daqui que esse cheiro de borracha queimada tá horrível!”.

Bom, o travesseiro continua lá, só que tá de enfeite e na hora de dormir sou obrigada a colocá-lo bem longe. Aliás, acho que essa porcaria é que fez mal pra minha coluna, eu já tava até andando com bengala!

Moral da estória: o barato sai caro... Isso todo mundo já sabia, né? Menos eu, que sou teimosa....



Escrito por Suzana às 17h17
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Igreja de Parinacota – Chile                                   Interior da Igreja de Parinacota

 

"Oh, mensajera de la muerte, cuanto dolor causaste con tu endurecido corazón de madera"

 

Lendas são interessantes, muitas vezes engraçadas, mas acho que devem ser respeitadas, afinal retratam a cultura de um povo, sua história.

Falei outro dia da igreja de Parinacota, construída no séc. XVII e reconstruída em 1789 (em virtude de um terremoto), num lugarejo no extremo norte do Chile, um local árido, arenoso e hoje quase que totalmente ermo, vivendo lá apenas 3 famílias.

Dentro da igreja, existe uma mesa, atada por cordas, ao teto. Fato muito intrigante, mas com uma explicação surpreendente! A mesa, em outros tempos, costumava andar pela cidade, no meio da noite, e parar à porta de alguma casa. Ao amanhecer, alguém da casa morria. Assim, a mesa parada à porta da casa de alguma família, significava a morte de algum integrante.

Então, resolveram amarrar a mesa com cordas, dentro da igreja, no chão, em frente ao altar, seu lugar original. Mas de nada adiantou! A mesa tentava livrar-se das amarras, o que conseguia após grande esforço; esforço este que deixou marcas em suas pernas: arranhões, lascas perdidas, enfim, a madeira de suas pernas desgastou-se no intento de escapar.

E os aldeões não tiveram dúvida: içaram a mesa apocalíptica até o teto e lá a amarraram, impedindo que tivesse o apoio do chão para se libertar. A mesa continua dependurada, toda amarrada ao teto, formando uma cena chocante e curiosíssima! E um aldeão, Don Cipriano Morales, um dos poucos moradores, tem a incumbência de vigiá-la dia e noite para que não se solte. Eles próprios admitem que pode ser só uma lenda, mas pelo sim, pelo não, preferem não pagar pra ver...

 



Escrito por Suzana às 14h12
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Estelionatários em geral.

Passei agora pelo excelente blog da querida Bárbara e tava respondendo a um questionário bacanérrimo que ela colocou lá. Daí, falando sobre as coisas que gosto e não gosto, lembrei-me, dentre tantas outras, que ODEIO gente metida a sabichona; o tal do estelionatário cultural ou social. O estelionatário cultural é o tipo que solta umas frases de efeito pra impressionar à meia dúzia que, ingenuamente, passa a admirar a figura. O estelionatário social é o que se diz amigo de figuras eminentes (leia-se, nesse caso: que têm grana).

Lembram-se daquele senhor que foi entrevistado no programa do Jô Soares, o tal de Omar Kayan? O velhote chegou impressionando pelo jeito de se vestir e comportar (usava um camisolão surrado, uma bengala feita de graveto), o que poderíamos chamar de excêntrico. Barba comprida e emaranhada, sisudo, anti-social, soltando uma verborragia pataqueira e o pessoal (incluindo o Jô Soares) achando que estava diante de um gênio. Em pouco tempo foi desfeita a farsa que era, claramente, uma farsa de um estelionatário cultural.

Estudei com um cara (nem me lembro o nome do patético e infeliz sujeito) que se gabava por ser amigo do “filho do dono do Pão de Açúcar”, um dos Diniz. E o estelionatário social em questão, cada dia surgia com uma proeza digna do Tio Patinhas, só que qualquer um percebia a mentirada do pobretão. Até que, numa ocasião, ele começou a ridicularizar os proprietários do carro Brasília (equivalente hoje a um Kadett, Voyage, um carro antigo e fora de linha); afinal, ele era “amigo” dos Diniz, q tinham N carros em que ele passeava e tal. Interrompi o minuto de silêncio que pairou depois do comentário infeliz do bobo infeliz e lasquei:

-E qual o problema, cara? Eu tenho uma Brasília (mentira). E daí, qual o problema? E, pelo visto, você nem carro tem, já que anda no dos outros. Além disso, você anda na companhia do cara que tem grana, mas você não tem porcaria nenhuma! O rico é o cara e não você. E isso adianta o quê?

É que o cara era um covarde e ficou de boca fechada, vermelho como pimentão e o assunto acabou. Naquela época, acho que pela juventude, não tinha medo de reduzir “a pó de traque” os imbecis mentirosos e atacava qualquer um que cometesse qualquer tipo de injustiça, além de adorar desmascarar os tais estelionatários, quase que em praça pública. Mas, com a idade, vi que talvez o cinismo seja a melhor arma; é dar corda pro estelionatário se enforcar e ser pego na própria armadilha, ou seja, na sua inépcia. Se bem que ainda tenho dúvidas em alguns casos...



Escrito por Suzana às 16h06
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Pé de pato, mangalô três vezes!!!

Lago Chungara and Parinacota

 

 

 

 

 

 

 

 

Lago Chungará e Vulcão Parinacota, ao fundo - extremo norte do Chile

 

Sou totalmente cética quanto a mandingas em geral e em especial ao tal do “olho gordo” e outros males que podem ser transmitidos a alguém através do lançamento de um simples olhar enraivecido. Bom, pelo menos acho que não acredito.

Numa viagem ao extremo norte do Chile, parti da cidade de Arica, fronteira com o Peru, rumo ao Parque Nacional Lauca, onde se encontra a atração principal: o Lago Chungará, a 4.517 metros acima do nível do mar, um dos mais altos do mundo.

Levantamos cedo e seguimos em um microônibus, junto com outros turistas, pois a região é inóspita, não há posto de gasolina, nem guarda durante o caminho e a subida deve ser feita por pessoa experiente. E lá fomos nós, prestando atenção em tudo, ouvindo as explicações do guia-motorista, parando de quando em quando para fotos com lhamas, guanacos, vicunhas, cactos candelabro e toda a espécie animal e vegetal do lugar.

No meio do trajeto, uma parada numa pequena e paupérrima, se é que se pode dizer, lanchonete, para tomarmos o chá de folha de coca, recomendado para prevenir enjôos.

Enfim, chegamos ao lago Chungará, a 4.517m de altitude. Numa espécie de área de lazer e estacionamento, em frente ao lago, estavam algumas pessoas, no estilo camelô, com banquinhas, vendendo artesanato; as mulheres com aquele chapeuzinho côco, homens de poncho e todos com cara de bolivianos. Mas antes de sair do ônibus, o motorista-guia avisou-nos, em voz baixa:

-Olha, não acreditem nesse pessoal aí, não. Eles dizem que são bolivianos, que estão longe de casa, para que os turistas se penalizem e comprem deles. Estão vendo aquele rapaz ali, de óculos escuros e poncho? Pois eu conheço ele há anos e sei aonde ele mora! Aliás, todo esse pessoal aí é chileno e mora aqui perto, em Putre (nome da cidade mais próxima).

Devidamente precavidos, descemos do ônibus, cada qual com uma caixinha de suco de pêssego nas mãos, dada pelo motorista-guia, com a recomendação de que devíamos tomá-lo rapidamente, a fim de evitar enjôos.

Bom, tomei quase que de um gole só e desci, logo sendo abordada por uma senhora bem velha, toda enrugada, maltratada pelo sol e pela vida que, de cara, já me ofereceu seus artigos: tapetes, ponchos, gorros e mil badulaques típicos. Agradeci, disse que não tinha interesse, tudo delicadamente, afinal estava com dó daquela senhora. Mas a mulher, quando percebeu minha recusa definitiva e que, portanto, não me persuadira, mirou-me com um ódio, com uma raiva e olhou tão profundamente nos meus olhos, que fiquei até com medo!

E aí aconteceu o pior: ao afastar-me alguns passos da velha, comecei a sentir um enjôo terrível! E foi piorando cada vez mais!!!

Na volta, paramos na interessante igrejinha de Parinacota, num lugarejo que leva este nome, a qual tentei visitar, mas ao chegar na porta da tal igreja, piorei ainda mais e cheguei a tal ponto do mal estar que achei que fosse desmaiar, até tremia! Não pude entrar na tal igrejinha; voltei para o ônibus. Deram-me folhas de coca para mascar, mas não adiantou nada! E olha que masquei um bocado delas! Foi aí que lembrei do Dramim (remédio contra enjôos), que estava na bolsa, e virei o frasco na boca, tomando quase tudo. E não resolveu!!! Só fui melhorar quase que na chegada à Arica, que fica no nível do mar!

Se foi a velha ou se foi a altitude, não sei. Mas que foi uma baita coincidência ter passado mal depois do olhar irado da velha, isso foi!.... Ah! E o curioso é que fui a única, dentre todos os turistas, a sofrer do terrível enjôo!!! É de se pensar, não acha?...



Escrito por Suzana às 19h53
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Maridos


Você sabe o que é um marido DVD?
É aquele que se Deita, Vira e Dorme.
:
E um marido DVD +R?
É aquele que se Deita, Vira, Dorme e Ronca.
:
E um marido CD?
É o marido que só Come e Dorme.
:
Não há como os antigos VHS...
Várias Horas de Sexo.
 
 
Copiado do: Blog da Sabedoria 
Música de fundo: Fever, na voz de Ella Fitzgerald


Escrito por Suzana às 10h50
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Preconceito.

Falando em resort em Itaparica, na Bahia (que paraíso!), lembrei-me de uma passagem contada por uma amiga – tomara que ela não leia isso...

Bem, mas continuando o assunto, ela, o marido e as crianças estavam passando férias de verão no tal resort. Comiam loucamente, não se preocupavam nem um pouco por estarem acima do peso (sempre foram desinibidos), divertiam-se muito, participavam de todas as atividades oferecidas pelo local e que eram exaustivamente anunciadas pelos animadores.

Certo dia, levantaram dispostos a praticar windsurf. E então tomaram um café bem reforçado, colocaram suas roupas de banho, despacharam as crianças pras babás da área infantil e lá foram. O instrutor da modalidade chamava-se Sardinha (conheci a figura na ocasião em que estive lá, meses depois) e o fulano SE achava lindo, fortão, bonito e gostosão.  E era um NADA!

Quando chegaram à praia, o tal Sardinha já havia começado a dar as instruções pra uma meia dúzia de hóspedes que, desajeitadamente, seguravam as pranchas com grandes velas e tentavam, a todo custo, se equilibrar, imitando o "professor". Estavam fazendo perguntas, tentando mesmo aprender a surfar, embora na areia. E o casal se aproximava, ouvindo as instruções e  chegando cada vez mais perto. De repente, quando pararam ao lado do grupo, a fim de se unirem à turma, o tal Sardinha disse:

-Bom, pessoal, é isso aí, vamos pra água.

-Mas como?! Acabamos de começar e você ainda não terminou as instruções! – espantou-se um aluno.

-Não, não, já dei a aula completa, ensinei tudo, não tem mais nada pra fazer na areia, agora é dentro d’água.

-Mas a aula não durou nem 5 minutos! Como é que eu faço pra erguer a vela se ela virar? – à beira do pânico, insistiu o integrante da turma de aprendizes.

Sem maiores explicações, a aula foi dada por encerrada pelo Sardinha, que imediatamente pulou na água, seguido pelos alunos, enquanto o casal ficou ali, estático e pasmado, à beira do mar! Sentiram na pele o preconceito, segundo essa minha amiga, por serem gordos! E olha que nem são tão gordos assim; são gordinhos... Ai, que dó....(hihihihi - desculpe...).

 

 

Ah, música bacanérrima (sem ligação com o tema, nem com nada - é q é boa, mesmo): 

A Che Gioco Giochi, de Antonello Venditti



Escrito por Suzana às 19h55
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E quem disse que é pecado?

Numa dessas viagens de férias, de passagem pela ilha de Itaparica, Bahia, num hotel com comes e bebes à vontade, mordomia e tranqüilidade – tirando os animadores de resort, que são uma chatice!!! – estava eu, numa tarde tépida à beira da piscina, lendo O Diário de Anne Frank (e, pra piorar, em inglês, o que me deixava mais deprimida!), quando ouvi uma algazarra e um insistente pedido de socorro feminino ao salva-vidas.

Larguei o livro, cedendo à curiosidade mórbida, pra assistir o afogamento. Qual não foi minha surpresa quando vi, no lado raso da piscina, destinado às crianças, um grupo de doze senhoras – do que se chama hoje terceira idade – clamando pelo salva-vidas, lançando elogios ao porte físico do rapaz que, encabuladíssimo, só andava de um lado pro outro, segurando o sorriso de satisfação. Isso sem falar nas propostas de encontro mais à noite em seus chalés. Coitado, como é que iria dar conta de todas?! Na hora do jantar, topei novamente com elas e imaginem: agora estavam assediando um rapaz de uns 18 anos! Tá certo que era lindo o rapaz, tinha uns olhos verdes... mas poderia ser neto delas! E o rapaz estava sofrendo aquele assédio desde o final da tarde, quando elas dominaram a quadra de vôlei, expulsando os outros hóspedes que já se divertiam há horas; não teve acordo: elas se apossaram de tudo, inclusive do instrutor-gato de 18 anos! Fiquei vendo aquilo e imaginei minha avó naquela situação; acho que eu teria um colapso! Pois é, o mundo evoluiu, mas eu nem tanto, ainda continuo acostumada com os meus pecados tradicionais....

 

Music: Night and Day, na voz de Ella Fitzgerald   



Escrito por Suzana às 14h16
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Flutuando no espaço como o Dr. Smith, do "Perdidos no Espaço" (pra quem se lembra....)

 

Estou vivendo uma temporada no limbo total, no que se refere às idéias. Simplesmente não consigo pensar, ou melhor, eu penso, mas fixamente em uma só coisa e daí todo o resto some, fico no nada absoluto (se é que posso dizer, o nada intelectual). Ou talvez seja a alta dose de música techno que ouço enquanto fico aqui na net. Confesso, confesso, tenho esse ponto fraco! Pôxa, não precisa torcer o nariz, afinal, quem não tem seu calcanhar de Aquiles? Eu adorava ir a danceterias (nome da minha época pras baladas) e dançava até altas horas!!! Adorava aquele barulho infernal que me deixava quase surda ao sair. Que delícia! Até hoje, sozinha em casa, danço ao som de uma boa música techno( tá certo, você não gosta do estilo e muito menos acha que seja boa música; já entendi!). Ok, sei que é ridículo, mas mesmo assim não consigo me conter! Ainda não fui numa rave; ouvi dizer que rola droga à beça, além da faixa etária estar próxima dos 15 anos. Daí, pra mim, não rola... Bom, pra quem não tinha assunto, até que ficou comprida essa ladainha que, pra sorte sua, já terminei! Obrigada por chegar até o fim do texto e não se perder nesse nada que escrevi!!!



Escrito por Suzana às 22h22
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Dorme, não!

Ai, que insônia!!! Tava lendo os posts anteriores e quase tive uma overdose de açúcar! Credo, que coisa mais melada e pegajosa! O pior é que tenho essa tendência pro romantismo. Defeito grave hoje em dia! Ainda mais com tanta paulada vindo por todos os lados. Nessa de paulada leia-se decepção. Pra ver como a falta de sono traz a falta de assunto ou assunto inútil. Bom, reconheço que não é assim pra todo mundo... Por outro lado, falo de insônia, mas é por falta de vergonha na cara pra assumir que gosto é da noite. Incrível esse fenômeno! Desde criança adoro a noite; meu cérebro (hahaha!) trabalha melhor à noite. Sempre detestei acordar cedo! Lembro que quando mudei da quarta pra quinta série, ou seja, do período da tarde pra de manhã, numa das primeiras aulas, logo no início do ano letivo, via a professora falar ao longe, muito ao longe. Naquela aula, tinha a sensação de estar dentro de um aquário, tudo em volta liquefeito, ou melhor, ouvia a voz da professora como aquela do desenho do Snoopy: aunhaaubatrauauaua. Já li várias explicações sobre isso, mas nenhuma me convenceu. Afinal, qual a importância disso?! Só mesmo pra poder escolher o trabalho que até poderia ser o de vigia noturno, impressor de jornal, mas enfermeira ou médico, nem pensar! Só de ver ferida, dor, já me dá frio na espinha, sinto em mim a dor alheia. Acho que pra exorcizar todo esse lirismo vou partir pra conto de terror e, quem sabe assim, tirar a poeira desse blog mal escrito e mal-acabado. ACORDA!!! Pôxa, já tô terminando a ladainha, não dorme, não.  E não Valium ter chegado até aqui depois de pular o meio do texto! Tem que ler tudo!!! Pense que está pagando seus pecados, tipo ajoelhar no milho. Bom, mas já que insiste tanto, terminei. E modera aí no som do alívio!!!



Escrito por Suzana às 03h35
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Kowalik, Piotr - Fotografia

Autumn Lady
 
 
Fonte: O Século Prodigioso (Blog da Sabedoria)
 
Música: Sleep Alone (Moby) - batidérrima, mas bem q gosto.


Escrito por Suzana às 00h06
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A última...Juro!(com dedos cruzados-hehehe)

BILHETE

 

Se tu me amas, ama-me baixinho

Não o grites de cima dos telhados

Deixa em paz os passarinhos

Deixa em paz a mim!

Se me queres,

enfim,

Tem de ser bem devagarinho, Amada,

Que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...


Autor: Mário Quintana

Confesso que cada vez que leio isso, fico sem fôlego!!!

Music: Don't Know Why - Norah Jones



Escrito por Suzana às 21h24
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E por falar em poesia...Carlos Drummond de Andrade:

Amar

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.


 Por falta de competência para criar 1 poesia, aí vai a cópia...

 



Escrito por Suzana às 18h51
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Confissões. Antes fossem de adolescente...

Tenho algumas obsessões, dentre as quais ouvir seguidamente a mesma música, fazer a mesma atividade ou tentar descobrir a solução pra alguma coisa, ou ainda pensar em algo dia e noite e até mesmo freqüentar o mesmo restaurante repetidamente. Uma loucura! Tudo isso até enjoar. Daí, não dá mais pra agüentar e deixo de lado, não posso nem ouvir falar. Agora, com filme ou livro não tenho a obsessão da repetição; detesto ver filme ou ler livro repetido, principalmente se for num curto espaço de tempo. Por outro lado, é interessante que trabalho repetitivo, imposto pra ser executado mecanicamente eu não tolero! Dá pra entender? Eu já tentei, não achei o motivo. O único consolo é que, pelo menos, já detectei o problema. Quem sabe ainda tenha salvação...



Escrito por Suzana às 17h06
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APENAS EU

 São tantos os anseios que trago no meu peito

misturados com lembranças

com sonhos realizados e outros desfeitos

que não sei onde começa a alegria ou a tristeza.

 

Tenho vendavais que me limpam e

chuvas que explodem as minhas sementes.

Um pássaro que canta doído na minha alma,

outro que canta sabedoria e me traz calma.

 

Nada tenho que não seja eu mesma:

clara, transparente, melancólica.

Mas é tão claro o que sou, que dói em mim. Lateja.

 

Dói todas as verdades que sempre dispo

e pelas mentiras que ainda ouço.

E olho o céu e curvo-me: só, solidão, eu.

 

By Claricce Storch

 

Vale a pena sentir de perto a ternura dessa menina! Dêem 1 salto pra esse blog!



Escrito por Suzana às 16h24
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Tatoo

Ontem, numa loja de cosméticos, encontrei uma tal de tatuagem temporária. Confesso que fiquei tentada a colar uma tatuagem falsa, só pra sentir como é que é (se é que se sente alguma coisa por ter o corpo tatuado). Vi o preço, li as instruções de aplicação, mas desisti.

Na adolescência tinha vontade de fazer uma tatuagem, mas com um pai-fera e os planos de uma carreira incompatível com tatuagem, desisti.

Casei-me, peregrinei por vários lugares, até que um dia deparei-me com um tatuador, bem próximo de onde eu trabalhava. De novo, fiquei tentada. Consultei meu marido, que imediatamente foi contra e me fez ver o ridículo da situação. Então, desisti.

Li uma crônica de Walcyr Carrasco sobre o tema e o desejo dele de fazer a tatuagem e as dúvidas, dentre as quais o problema de engordar e a tatuagem engordar junto. Se emagrecer ou envelhecer, a tatuagem enruga junto.

Na minha infância, havia no bairro um senhor muito simpático, amigo de todos, que eu não sabia aonde morava ou qual a profissão e que  era todo tatuado, conhecido por  Loreca. Bem, o Loreca tinha tatuagens azuladas de desenho de âncora (igual à do Popeye), coração flechado, nomes de mulheres (seus amores) e outras, das quais não me lembro. Mas lembro que o Loreca era magro, muito magro, quase um velho e, de fato, as tatuagens estavam enrugadas, assim como a pele dele. E, naquela época, tatuagem não era coisa de "pessoa de bem". Diante dessa lembrança, desisti.

Na verdade, o senso do ridículo me impede de fazer uma tatuagem. Fico pensando na velhice, quando tiver – se chegar lá – uns 70 anos, com aquela tatuagem esmaecida, enrugada ou engordada, lembrando a juventude já apagada. Por outro lado, nada impede que ao (e se) chegar aos 70, decida fazer uma tatoo pra marcar a juventude pela qual estarei passando. Afinal, quem me garante que não poderei chegar aos 100? Mas, por ora, desisti mesmo.



Escrito por Suzana às 16h00
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Caminho Desconhecido

 

Me sinto mal por não saber o caminho!

Mas se soubesse, talvez me sentisse mal

por saber que não conseguiria trafegá-lo.

Lamentos e murmúrios inexprimíveis...

Quando será que a primavera vai chegar?

 

By Nério

 

http://nerio.zip.net/

 


 

 O Nério ainda não sabe que dentro dele tem um poeta!

Esta foi a nossa (da Claricce e da Sandra, eu copiei pq tb gostei) forma de demonstrar isto a ele:

postando seus lindos versos.

 

Espero que ele goste, afinal, nem pedimos autorização.

 

 Beijos a Todos ! Claricce ,Sandra  e a super intrometida Suzana



Escrito por Suzana às 14h56
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China Cosmético à base de pele de presos

 

 

Uma empresa chinesa de produtos farmacêuticos utiliza pele de presos que foram executados no fabrico de cosméticos, avançou terça-feira o The Guardian. Fontes da empresa, que não foi identificada pelo jornal, explicaram que esta é uma prática comum e que a pele é usada no fabrico de colagénio e cremes anti- -rugas. A empresa em questão exporta produtos para países europeus e para os EUA.

Fonte: Diário de Notícias (Portugal)



Escrito por Suzana às 23h16
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Microondas para cães

 Invenção sul-coreana
É o fim do pesadelo para as donas dos Fifis. É só colocá-los lá e esperar alguns minutos. Além da praticidade de secar rapidinho o pêlo do cãozinho, a engenhoca ajuda também a proteger a pele dos pequeninos de irritações

Fonte: Ig último segundo



Escrito por Suzana às 22h36
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Entre ratos e morcegos.

Educação no Brasil é caso sério ou piada, ainda não decidi a categoria; talvez as duas, ou melhor: é piada de mau gosto.

Durante 1 ano, morei numa cidade do interior de São Paulo, muito pacata, com povo simpático e tão quente (o povo também) que dava pra fritar ovo na rua.

Durante esse período, contratei uma empregada para os afazeres domésticos; moça de família, recatada, estudante do que eu conhecia como terceiro colegial. Tendo chegado a tal ponto nos estudos, pensava eu que a tal  moça soubesse muito das curiosidades da vida desse nosso mundo curioso.

-Dona Suzana, a senhora sabe que eu tenho medo de morcego?

-Sério? Por que, Roseli?

-Ah, é um bicho estranho! Eu sei que morcego é rato velho. O rato, quando fica bem velho, mas bem velho mesmo, vira morcego e sai voando, tentando chupar o sangue das pessoas. Por isso, eu também tenho medo de rato e peço pro meu pai matar todos os que aparecem lá em casa, assim não têm chance de ficarem velhos e virarem morcegos!



Escrito por Suzana às 12h47
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Nem me pergunte o porquê...

Tem dia que dá vontade de falar um monte de palavrão. Só que sou do tempo em que avós e pais ameaçavam lavar a boca do desbocado com sabão. Criado o medo do castigo-trauma-vexame, cadê coragem pra berrar as tais palavras proibidas? O jeito é falar baixinho, quando ninguém está por perto, ou pensar. Pensar em como sou burra, cara$#%@!



Escrito por Suzana às 12h06
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Ingenuidade ou burrice?

Outro dia, fui ao Jockey Club de São Paulo apostar nas corridas de cavalo. Estava com meu marido, vários senhores amigos (turfistas aficcionados) e só mais uma mulher no grupo. Afinal, o Jockey Club é um ambiente tradicionalmente masculino.

Em determinado momento, naquela empolgação e no meio da alegria e brincadeira, no afã de descobrir “o pote de ouro”, virei para essa senhora, uma amiga expert em cavalos e, ingenuamente, disse:

-Vamos lá, escolha um cavalo pra apostarmos e tirarmos a sorte grande! Você, como já conhece cavalos e já sentou no animal peludo, melhor do que ninguém conhece a dinâmica do bicho. Eu, que nem em cavalinho de carrossel subi, não sei escolher bem o bicho!

Imediatamente, fui repreendida por meu marido, que insistia em dizer que eu estava falando demais, que eu estava tagarelando. Como obediente esposa, acatei as ordens de meu amo, ops, meu marido e me contive um pouquinho.

 

Bom, vou encerrar a estória aqui porque já desfiei toda a baboseira. Infelizmente, só depois é que, através das explicações de meu senhor, quer dizer, meu marido, entendi que o ambiente eminentemente masculino não dá trégua aos comentários femininos ingênuos e incautos... Pôxa, só porque eu falei em sentar no animal peludo.... Sacanagem!!!



Escrito por Suzana às 22h28
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Filhos... Preocupação que ainda não tenho! Ufa!

Certa feita, foi convidado para jantar na residência de um casal amigo, o qual tinha um filho de 6 anos, um rapaz, por sinal muito educado, muito dado a formalidades, sempre respeitoso com todos e já habitué da casa, colega de profissão do anfitrião, também senhor muito cortês.

À hora marcada, o convidado em questão tocou a campainha.

Recebe-o à porta o filho do casal e a mãe, esta cumprimentando-o efusivamente quando, de repente, uma voz fininha, vinda quase do chão, porém amarga, cheia de ódio, de inconformismo e nada acolhedora, brada ao rapaz, figura sisuda por natureza:

-O que você está fazendo aqui? Por que você está aqui? Ninguém convidou você! Você não sabe que ninguém gosta de você aqui?! Saia daqui! Vá embora!

 

Bem, apesar do desabafo, do incidente provocado pela raiva do garoto, o jantar realizou-se e, após inúmeros pedidos de desculpas ao convidado, a anfitriã – mãe do pestinha – justificou a ira do pequeno por ser ele filho único e estar enciumado, pois queria a atenção dos pais em tempo integral, sem dividi-la com ninguém.

 

Quando eu soube da estória, contada pela própria vítima, o tal rapaz cerimonioso, tive a impressão de que ele não engoliu a justificação; ficou parecendo que havia uma certa verdade por trás daquele esbravejar... Entretanto, se foi convidado...Seria somente impressão?



Escrito por Suzana às 22h44
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Êta curiosidade!

Outro dia disseram-me, aqui no blog, que eu deveria escrever mais a meu respeito, mostrar-me mais. Li meus posts, a fim de certificar-me se realmente estava escondida por detrás das mensagens, mas pergunto: alguém que brada a insatisfação diante do cenário nacional e internacional, alguém que conta passagens de sua vida e compartilha seu íntimo, precisa mostrar-se mais? Assim, lembrei-me do tal Big Brother (que aqui no Brasil tem um significado peculiar); da onda de curiosidade a respeito do lado obscuro das vidas alheias e entendi a observação. Então, percebi que o real desejo é o de saber fofocas, mazelas, “podres”. Até aí, posso satisfazer tal desejo, mas querer ver fotografias minhas em pijamas ou ceroulas, é demais!!!



Escrito por Suzana às 17h20
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Ares d'além mar!

http://blogdasabedoria.blogspot.com/

Classificação:

Não precisa nem de descrição! Dê 1 olhada!



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Escrito por Suzana às 16h23
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Divertido!

http://a-internet-para-as-domesticas-ja.weblog.com.pt/

Classificação:

Fino humor e ótimos textos de uma literata do além-mar!!!



Categoria: Link
Escrito por Suzana às 05h14
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Lindo Blog

 

Niger >> East >> Agadez - Tuareg women near their village from Air Mountains region


(clique na foto para aumentar)
Photo © Krzysztof Pakulski

Lindas fotos, estórias, músicas. Fascinante!: A Mega Fauna

My Photo
Name:bin_tex
Location:Tanzania

 Fonte: Blog da Sabedoria



Escrito por Suzana às 04h45
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Pretensão...(?)

O QUE NÃO SEI DAVA UMA BIBLIOTECA QUE TODA A GENTE GOSTARIA DE TER 

Fonte: Blog da Sabedoria



Escrito por Suzana às 18h28
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Dia frio, coração morno.

Ai, que dia delicioso! Que frio maravilhoso! E esse céu nublado, então?! Sei, sei que vocês não concordam, estão me chamando de louca, mas o que posso fazer? Se gostar de um tempo nuvioso é ser louco, sou louca, mesmo! E com muito prazer! Hahaha!



Escrito por Suzana às 16h54
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E vai rolar a festa!

 foto: site do Jornal da Globo

 

Enquanto Lulla diz que o Brasil e a Nigéria são os países com o maior número de afrodescendentes (!) e bate alegremente no bumbo do representante da Nigéria, é montada, na Esplanada dos Cemitérios, a passarela do samba, ops, quero dizer, a estrutura para a solenidade de comemoração da independência do Brasil.  Parece que vai rolar a cachacinha; afinal, Lulla quer ser bom anfitrião.... Ai, Costa e Silva e Geisel tão se revirando nas covas (ou no inferno, não se sabe bem)!



Escrito por Suzana às 04h07
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Essa não é de português...

Outro dia estava conversando com um casal de amigos, ambos na faixa dos 60 anos. Ele, um médico renomado, com uma bela carreira e sua esposa, senhora culta; ambos já viajaram muito, conhecem praticamente o mundo todo.

Falávamos sobre a última viagem do casal, ocorrida na Rússia, Finlândia, Suécia e arredores.

À certa altura, curiosa sobre os detalhes, perguntei:

-Dr. Fulano, conte-me como é o povo russo. São afáveis, recebem bem os turistas ou são burocratas, cerimoniosos, mesmo no trato social?

-Olha, eu não sei te dizer, porque fiquei num hotel grande, só para turistas e havia uma van que nos levava a todos os lugares pitorescos, sempre num mesmo grupo.

-Ah, sei, sei. E os pratos típicos? Quais são os pratos da Rússia?

-Bom, como ficamos nesse hotel só para turistas, comemos comida internacional, a servida no hotel e por isso não sei dizer o prato típico da Rússia.

-Ah, sei, sei. E o senhor notou alguma grande mudança com a adoção do capitalismo, lá na Rússia?

-Eu vi muitos carros importados da janela da van e alguns mendigos.

 

 

Nesse ponto, interrompi a conversa, mudei de assunto, porque quase perguntei o que foram fazer lá! Pelo papo, foi tour panorâmico! Hahaha!  



Escrito por Suzana às 00h47
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E por falar em melancolia, eis aí uma foto que tirei no Chile e demonstra bem meu estado de espírito:

Local: Início da subida para o vulcão Villarica, no Chile



Escrito por Suzana às 21h00
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Contrato de namoro pode evitar partilha de bens e pensão alimentícia.

Os contratos de namoro têm servido como elemento de prova da não existência de união de natureza jurídica, de modo a evitar que a expressão "meu bem" se torne, com o passar do tempo, "meus bens". Um casal que se relacione por um determinado tempo, sem que haja características de união estável, pode optar pela assinatura da declaração. A base para isso é que um namoro não é uma relação jurídica, se resumindo aos planos social e afetivo.

A advogada especializada em direito de família Maria Hebe Pereira conta que a assinatura de contratos de namoro está se tornando cada vez mais comum. É uma forma de evitar que um dos namorados peça pelo direito a metade dos bens adquiridos ao longo do relacionamento ou por uma pensão alimentícia com o fim do relacionamento. Ela conta que é muito procurada por artistas, políticos e empresários bem-sucedidos para fazer o contrato.

Válida até a data de assinatura, o contrato comprova que um casal se relacionou por determinado tempo sem a intenção de constituir família. Mas provas contundentes caracterizando a existência de união estável são mais fortes e anulam uma declaração de namoro. A união estável é reconhecida como relacionamento público e duradouro entre homem e mulher, com a intenção de constituir família
.


Fonte:CorreioForense.

Já vai longe o tempo em que o amor era o suficiente e que o casal apaixonado dividia tudo: "querido, o que é meu é seu, estou te dando de coração"! Será que vai ter contrato pra isso também?!    

 



Escrito por Suzana às 20h25
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Por falta de Freud, vai auto-análise...

Critérios do DSM.IV de pesquisa do Transtorno de Personalidade Depressiva
1. O humor costumeiro está dominado por desânimo. tristeza, falta de alegria, falta de felicidade
2. Conceito pessoal centrado em crenças de inadequação, falta de valor e baixa auto-estima 3. É crítico. acusador e depreciativo de si mesmo
4. Rumina as mesmas idéias e é dado a preocupações
5. É negativista, crítico e condenador dos outros
6. É pessimista
7. Tende a sentir culpa ou remorsos

 

Acho que encontrei meu problema... Mas será só isso? Ei, ei! Psiu! Não vale pensamento obsceno...

 

Fonte: Site PsiqWeb



Escrito por Suzana às 20h12
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Desabafo consciente

Gostaria de escrever um texto criativo ou poético, inspirado no humor, cheio de entrelinhas pra dizer: Estou Triste. Não tenho motivo, não sei porquê.

Êta coisa complicada!



Escrito por Suzana às 20h01
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O programa eleitoral que todo mundo quer ver
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Escrito por Suzana às 13h38
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Inacreditável!

Apesar de toda a roubalheira e papelão - pra não dizer outra coisa - que o Lulla e o PT estão aprontando, ainda assim decidiram montar, em São Paulo, uma superestrutura para atendê-los na capital paulista, contratanto uma frota de 39 veículos, dentre os quais: 8 ônibus com estofamento de couro, 2 caminhões, 3 caminhonetes, 2 vans e 4 Ômegas.

Como se isso não bastasse, exigem dos motoristas: boa aparência, sapatos engraxados, cabelos penteados e barba feita!

Vindo do PT, isso não soa politicamente correto...

 

Fonte: VEJA, coluna RADAR, Lauro Jardim



Escrito por Suzana às 23h37
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Genial!!!

http://aoyokohama.blog.uol.com.br/

Classificação:

Pra aprender muito sobre a vida, "essa senhora fugaz, cheia de caprichos"... Não tenho palavras pra descrever a genialidade do autor, Alessandro Otavio Yokohama, que, além de tudo, é divertidíssimo!!!



Categoria: Link
Escrito por Suzana às 19h53
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Piada pra português.

Um famoso professor da Universidade de Coimbra, em Portugal, estudioso do Direito e da Sociologia, ou seja, do ser humano, resolveu vir ao Brasil, a fim de conhecer uma autêntica favela, aberração em outros locais do mundo.

Foi ao Rio de Janeiro, um bom campo de pesquisa do fenômeno favela e, num dos morros, percorreu as estreitas vielas, observando e anotando tudo.

Em determinado ponto da tal favela foi abordado por um grupo de rapazes, todos devidamente armados de suas AR-15, escopetas, granadas e artefatos que tais:

-Qué que tu tá fazendo aqui? Tá andando por aí, vendo tudo e anotando aí no seu caderninho... Isso num tá me cheirando bem... Tu é polícia !!!

-Não, não, ó, caro rapaz! Eu sou pesquisadoire, sociólogo e estou a estudaire o fenómeno da favelização no Brasil, ó, pá. Sou um cientista português.

-Ah, portuga, conta outra, cara! Hahahahaha! Cientista português?! Isso num existe, você tá mentindo! Hahahaha! Os únicos portugueses que a gente conhece são donos de padaria, como o seu Manuel, ali da esquina! Imagina se existe português cientista e, ainda por cima, pesquisador! Conta outra!

 

Bem, não sei como é que o professor escapou; só sei que conseguiu e hoje conta, animadamente, em suas aulas, a tal passagem.

 



Escrito por Suzana às 17h31
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Maldade....

Tava bizoiando uns blogs por aí e descobri o do Léo Jaime (coitado...). Em notinha, no dia 31/08, por volta dàs 11:00 da manhã, ele tava todo animado, dizendo que já se dirigia ao SBT, a fim de participar da garavação do programa de estréia da Adriane Galisteu (bom, quem é essa?!). Mais tarde, às 13:00 h, o coitado teve que dar a triste informação de que fôra cortado do programa. Por que será, não? Ai, tadinhoooo... 



Escrito por Suzana às 23h29
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Duas novas revistas estão chegando. Uma é para os políticos

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A outra é para os eleitores...



Escrito por Suzana às 20h32
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Eita, nóis! Vai uma pizza aí?



Escrito por Suzana às 20h27
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Mulher come bacon com larvas e recebe indenização de R$ 12mil.

Quinta, 1 de Setembro de 2005, 11h41

Fonte: INVERTIA

Uma consumidora conseguiu receber R$ 12 mil após fazer um acordo com o Hipermercado Extra, como compensação por ter comprado bacon estragado no local.

O acordo foi feito no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, informa o Portal do Consumidor.

A consumidora teria comido uma porção do bacon, até que notou a existência de larvas de inseto, vivas e mortas, no pedaço que sobrou.

O que não ficou explicado foi como ela conseguiu encontrar larvas vivas! Ela não fritou o bacon antes de comê-lo?  Nunca soube de receita com bacon cru ou de alguém que o comesse in natura! Argh!



Escrito por Suzana às 16h17
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Homem-bala cruza pelo ar a fronteira México-EUA 

 

  Homem-bala cruza fronteira México-EUA pelo ar

 

Responsável pela fronteira permitiu

passagem pouco convencional

 

 

 

 

 

 

David Smith descobriu uma forma pouco usual de cruzar a fronteira do México com os EUA – como um homem-bala.

Smith, um homem-bala profissional, foi lançado no sábado de Tijuana, no México, para San Diego, nos EUA.

O ato foi parte de um projeto artístico envolvendo as duas cidades vizinhas promovido pela rede inSite.

Segundo o filho de David Smith, também um homem-bala profissional, seu pai foi a primeira pessoa a ser atirada ao outro lado de uma fronteira internacional.

Passaporte

Smith agitou seu passaporte no ar antes de sentar na boca do canhão e seguir para sua curta viagem.

Ele foi lançado ao céu, ultrapassando uma enferrujada barreira na praia do lado mexicano e pousando em uma grande rede montada do outro lado.

Smith disse ter sido inspirado por artistas de circo para explorar “a noção de fronteiras espaciais e mentais”.

O responsável pela guarda da fronteria deu a Smith uma permissão especial para cruzá-la de maneira tão pouco convencional.

 Não tenho o quê comentar, não consigo parar de rir! HAHAHAHA!



Escrito por Suzana às 02h36
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